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VINHOS VERDES

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Vinho verde 

Vinho verde é um vinho produzido exclusivamente na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, localizada no Noroeste de Portugal. Constitui uma denominação de origem controlada cuja demarcação remonta a 1908, para vinhos jovens no Noroeste de Portugal, entre o Rio Minho e o Rio Douro. O vinho verde detém a segunda maior quota do mercado português e é o único que apresenta no último quinquénio crescimentos sustentados.

Sobre o nome, escreve Luís Lopes: "tudo indica que, efectivamente, o nome Vinho Verde, que já vem do século XIX, se deve precisamente ao facto da conjugação do clima e das antigas técnicas de viticultura locais vinhas exuberantes, conduzidas em altura e profusamente regadas pela água das hortas condicionarem a maturação das uvas. Ou seja, esses vinhos chamaram-se Verdes porque eram efectivamente feitos de uvas verdes. Tanto que, a legislação vitivinícola portuguesa de 1946 dividia os vinhos nacionais, precisamente, entre "verdes" e "maduros". Hoje, na sua maioria, é uma região de viticultura moderna, com castas de grande qualidade Alvarinho, Loureiro, Avesso, por exemplo, e uvas que atingem o ponto de maturação ideal. E também hoje, na região do Vinho Verde, as pessoas referem-se aos outros vinhos como "vinho maduro".

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Existem vinhos verdes, brancos e tintos, rosés e espumantes. Existem também vinagres de vinho verde, aguardentes de vinho verde e reconhecidas bagaceiras.

Devido às características edafoclimáticas encontradas nessa região demarcada, os vinhos lá produzidos, sejam brancos ou tintos, têm uma concentração em ácido málico superior à que é frequente nos vinhos de outras regiões de Portugal. Em geral as pessoas não se apercebem, mas quando termina a fermentação alcoólica do mosto, também designada por fermentação tumultuosa, ainda não terminou a vinificação, pelo menos nestes vinhos. Devem ser consumidos quando novos.

O vinho verde é o segundo vinho português mais exportado depois do vinho do Porto

Denominação de Origem Controlada

Os vinhos verdes são controlados e certificados como Denominação de Origem Controlada DOC pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, ostentando cada garrafa um selo de garantia. O ano que o selo apresenta diz respeito ao ano em que o selo foi requisitado, e deve coincidir com a data de engarrafamento. Normalmente os vinhos são da colheita do ano anterior ao selo ou do ano do selo.

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Castas

As principais castas são, para os brancos, o Loureiro, o Alvarinho, o Arinto conhecido localmente por Pedernã e a Trajadura. Para os tintos são o Vinhão e para rosados o Espadeiro. Tambem existem por toda a região demarcada de vinhos verdes a tinta nacional, asal tinto, tinturão.

Fermentação malo-láctica

Quando as coisas acontecem naturalmente, sem que se tenha abusado do anidrido sulfuroso quando do esmagamento das uvas , com a chegada dos primeiros calores da Primavera, tem início de forma espontânea uma segunda fermentação: a fermentação maloláctica. Esta consiste no ataque ao ácido málico pelas bactérias lácticas, que irão decompor o ácido málico essencialmente em ácido láctico e succínico, ambos com menor poder ácido do que o ácido málico e sabores mais refrescantes, dando assim uma prova mais macia ao vinho.

Um dos produtos desta fermentação é o ácido carbónico, razão por que estes vinhos ficam com um pique lático ou "agulha" que muito os ajuda na prova, porque lhes dá muita frescura.

Acabada a fermentação maloláctica, e assentadas as respectivas borras, os vinhos estão prontos para beber e engarrafar, caso se queira preservar a sua qualidade e a sua agulha.

Produção em 2010

Em 2010 a região dos verdes e dos alvarinhos atinge uma produção que ronda os 94 milhões de litros de vinho.

FONTE WIKIPÉDIA

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