Criar uma Loja Virtual Grátis
Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
ONLINE
10


a

A

HIS

A


CULTURA DA FRANÇA

A

Cultura da França

A cultura da França têm sido modelada por aspectos geográficos, eventos históricos e influência de grupos internos. A França, e especificamente a capital Paris, têm desempenhado um importante papel como espelho cultural da Europa desde o século XVII e do mundo desde o século XIX. Desde o início do século XIX, a França também é um país exportador de cinema, moda e culinária, tendo influenciado grandemente o Ocidente também nos campos da política e economia. A cultura francesa, atualmente, é marcada por ambos grandes diferenças socioeconômicas e regionais e por fortes tendências unionistas.

Estima-se que os franceses gastem em média 1.075 euros em suas atividades culturais. Segunda a mesma fonte, as atividades culturais mais procuradas pelos franceses são: cinema 50%, visitação de museus e monumentos 35%, visitas às exposições 25%, espetáculos amadores 20%, teatro 16%, circo 13%, parques temáticos 11%, espetáculos de Rock, de Jazz ou de Música clássica 9% e Ópera 3%.

Literatura

A França é o país com o maior número de Prémios Nobel de Literatura. Tanto os cidadãos franceses, como os francógrafos de outros países como o belga Maurice Maeterlinck, o senegalés Léopold Sédar Senghor ou o luxemburguês Daniel Herrendorf, compõem o que se denomina como literatura francesa, que marcou a literatura de importantes autores, países e línguas. Tal é o caso do cubano Alejo Carpentier ou do denominado boom latino-americano.

Belas-Artes

As primeiras manifestações artísticas vêm do período pré-histórico, em estilo franco-cantábrico. A época carolíngia marca o nascimento de uma escola de iluminadores que se prolongará ao longo de toda a Idade Média, culminando nas ilustrações do livro As Horas Muito Ricas do Duque de Berry. Os pintores clássicos do século XVII francês são: Poussin e Lorrain. No século XVIII predomina o rococó, com Watteau, Boucher e Fragonard. Em finais do século começa o classicismo de Jacques-Louis David. O romanticismo está dominado pelas figuras de Géricault e Delacroix. A paisagem realista da Escola de Barbizon tem a sua continuação em artistas de um realismo mais testemunhal sobre a realidade social do seu tempo, como Millet e Courbet. Em finais do século XIX Paris, convertida em centro da pintura, vê nascer o impressionismo, precedido pela obra de Édouard Manet. A estes seguem Toulouse-Lautrec, Gauguin e Cézanne. Já no século XX, surgem os fauvistas em torno da Matisse e o cubismo da mão de Georges Braque e do espanhol Pablo Picasso que trabalham em Paris. Outros movimentos artísticos vão se sucedendo, em Paris de entreguerras, decaindo como centro pictórico mundial depois da Segunda Guerra Mundial.

Na França, a escultura evoluiu desde antigo por diversos estilos, sobressaindo-se em todos eles: Pré-histórico, romano, cristão, românico, gótico, renascentista, barroco e rococó, neoclássico Frédéric Auguste Bartholdi: Estátua da Liberdade, romântico Auguste Rodin: O pensador e os contemporâneos.

A

Pintura

Religião

A República Francesa oficialmente é um estado laico. Na sua população estão representadas as principais denominações religiosas: católica 61%, muçulmana 6%, protestante 2%, judia 1,5%, budista 1%, ortodoxa 0,5%, outras 7%. E ateus representam 21%.

Arquitetura

No que se refere à arquitetura, os celtas deixaram os seus rastros também na erguição de grandes monólitos ou megálitos, e a presença grega desde o século VI a. C. que hoje é recordada na herança clássica de Marselha. O estilo românico tem exemplos na Maison Carrée, templo romano edificado entre 138-161 a. C., ou na Pont du Gard construído entre os anos 40 e 60 d. C., em Nîmes é declarado patrimônio universal em 1985. Na França inventou-se o estilo gótico, plasmado em Catedrais como as de Chartres, Amiens, Notre Dame ou Estrasburgo. O renascimento surgido na Itália, tem o seu estilo arquitetônico representado magistralmente no Castelo de Blois ou no Palácio de Fontainebleau entre outros. A arte barroca também de origem italiana, e o rococó invenção francesa têm obras extraordinárias na França. Tal é o caso do Palácio do Louvre e o Panteão de Paris entre tantos outros. O modernismo ou arte moderna na arquitetura engloba todo o século XIX e a metade do XX, e Gustave Eiffel revolucionou a teoria e prática arquitetônica do seu tempo na construção de gigantescas pontes e na utilização de materiais como o aço. A sua obra mais famosa é a chamada Torre Eiffel. Outro grande ícone da arquitetura universal é Le Corbusier, um inovador e funcionalista celebrado especialmente pelos seus aportes urbanísticos nas edificações de vivendas e conjuntos habitacionais.

Música

Na música francesa desde antes do ano 1000 destaca-se o canto gregoriano empregado nas liturgias. Na França criou-se a polifonia. Na denominada Ars Antiqua, atribui-se a Carlos Magno o Scholae Cantorum 783. Os Juramentos de Estrasburgo, é a obra lírica francesa mais importante da Idade Média, período no que se desenvolvem as Canções de Gesto como a Canção de Roland. A França foi o berço dos trovadores no século XII, assim como da Ars Nova dos séculos posteriores. Durante o Romantismo Paris converte-se no centro musical do mundo e na atualidade, a França mantém um lugar privilegiado na criação musical graças às novas gerações de compositores. Dentro dos exponentes da música popular francesa encontram-se figuras como Edith Piaf, Dalida, Charles Aznavour, Gilbert Becaud, Jacques Brel e Serge Gainsbourg.

Língua

O idioma oficial na França é o francês, proveniente do françano, variante linguística falada na Ilha de França que a princípios da Idade Média e, ao longo dos séculos, se impôs ao resto de línguas e variantes linguísticas que se falam em quaisquer partes da França.

Apesar disso, esta imposição do francês tem sido fruto de decisões políticas tomadas ao longo da história, com o objetivo de criar um Estado uniformizado linguisticamente. Feito isto, o artigo 2 da constituição francesa de 1958 diz textualmente que «La langue de la République est le français».

Este artigo tem servido para não permitir o uso oficial nos âmbitos de uso culto das línguas que se falam na França: o catalão, o bretão, o corso, o occitano, o provençal, o franco-provençal, o basco e o alsaciano. Somente tem-se permitido ensinar alguma destas línguas como segunda língua estrangeira optativa na escola pública. A imigração proveniente de fora do país, assim como de regiões exclusivamente francófonas, faz com que a porcentagem de falantes destas línguas seja cada vez mais baixo.

A França é um dos Estados que não tem assinado a Carta Europeia das Línguas Minoritárias. Apesar de tudo, hoje em dia, algumas instituições privadas procuraram formalizar o uso destas línguas criando meios de comunicação, criando escolas primárias e secundárias para ensinar estas línguas ou convocar atos reivindicativos a favor de uma política linguística alternativa.

FONTE WIKIPÉDIA

q

a

a

a

a

a

a

a

a

a

a

A

a

a

a

a

A